O campo 32001 e os sucessivos são gerados para registrar o resultado do processo
de jchk, e é composto dos seguintes subcampos:
Exemplo:
32001 «AUTOR^l2^kFRANCO, C.M.^o2^m1»
| Campo | Conteúdo |
| Primeiro dado, sem indicador de subcampo: nome do arquivo invertido da base Alternativa; |
|
| ^l[1/2] | Subárvore do arquivo invertido de onde foi extraída a chave, 1 para termos até 10 caracteres de tamanho e 2 para termos entre 11 e 30; |
| ^k | Chave com a qual se fez a busca; |
| ^o | Número de ocorrências do campo do registro original do qual procede a chave. |
| ^m1 | Se a chave existir, é criado um subcampo m que contem: “1”. Se a chave não existir no arquivo invertido alternativo, o subcampo ^m não é criado. |
Exemplo:
1. Produzir uma listagem de autores inválidos:
mx CDS jchk=AUTOR=mhu,(v70/) pft=@check.pft –all now
O arquivo check.pft tem as seguintes especificações de formato:
if p(v32001) then (if a(v32001^m) then mfn,x2,v32001^k | No existe| / fi) fi
Note-se que este exemplo é igual ao realizado com join porém, como não é necessário realizar um ref para cada termo e recuperar o registro, o tempo de execução é menor.
Vantagens do jchk em relação ao join
A execução é muito mais rápida, devido ao fato que não é necessário acessar cada registro; é suficiente saber que o termo existe. Outra vantagem é que jchk não usa o arquivo .IFP. No caso de distribuir arquivos de autoridade (authority files) não é necessário entregar esse arquivo, o que implica numa economia de espaço em disco.
Dica: É possível especificar até 16 jchk e join em uma linha do comando MX. Veja também: jmax=<n> na seção Parâmetros que modificam registros do Capítulo 3: Parâmetros que realizam processamentos sobre a entrada.
