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9.4 Field Action e 9.5 Tasks

Os valores recebidos pelo Script através das variáveis existentes no formulário são armazenadas em um “registro virtual”, formado na execução corrente do WXIS. Estes valores não são gravados na base de dados (a não ser que haja comandos específicos para isso) e serão reiniciados a cada nova execução do programa. Cada um destes valores é […]

9.2 Content type e 9.3 Comentários

Em alguns programas CGI é preciso indicar ao servidor que tipo de saída está tentando ser enviada de volta ao cliente. Normalmente, ela será um documento HTML, isto é text/html (embora possa ser também do tipo text/plain). Esta informação é enviada em um cabeçalho especificando o “Content Type”, o qual deve obrigatoriamente vir seguido de […]

09 – Introdução ao IsisScript

Um arquivo em IsisScripts pode ser escrito em qualquer editor de texto que salve arquivos como somente texto. Você pode utilizar também um editor de HTML ou outra linguagem de marcação, com a vantagem que muitos destes oferecem que de permitir a customização de tags. IsisScript é uma aplicação da Extensible Markup Language (XML). Por […]

08 – Instalação da base de dados

Tão fácil quanto instalar o Wxis é carregar as bases de dados no servidor. No caso de servidores Windows, basta copiar o diretório que contém os arquivos da base de dados para o diretório desejado no servidor. Pode-se ainda carregá-las através de arquivos ISO 2709 com o auxílio de dois bats distribuídos pela Bireme que […]

07 – A instalação do Wxis (IsisScript)

O WXIS é obtido através da Bireme. http://wiki.bireme.org/pt/index.php/WWWISIS Feito o download da versão de Wxis adequada ao sistema operacional do servidor, sua instalação é muito fácil. Simplesmente copia-se o arquivo wxis.exe para o diretório cgi do servidor. Para testar o funcionamento do Wxis, pode-se escrever na barra de endereços do browser a seguinte URL. http://localhost/cgi-bin/wxis.exe?hello […]

06 – Formulários web

A forma mais comum de capturar dados em browsers é com formulários, capazes de capturar dados que serão posteriormente enviados a um servidor HTTP. Um formulário pode ser constituído por campos de vários tipos, nos quais o usuário pode introduzir dados. Um formulário tem, ainda, pelo menos um botão, que quando pressionado envia ao servidor […]

05 – Common Gatway Interface (CGI)

Além do diretório público (wwwroot ou htdocs) o servidor também reconhece outro diretório, que é o diretório de acesso CGI. Este diretório é configurado pelo administrador do servidor WWW, ficando abaixo do diretório raiz e comumente denominado cgi-bin ou scripts, mas podendo contudo, ser mapeado para qualquer outro diretório. Este diretório armazena os arquivos de […]

04 – O HTML

Uma página da Web “comum” é composta basicamente de textos e comandos especiais (tags) de uma linguagem de marcação chamada HTML, abreviação de Hiper Text Markup Language. Ela é bastante simples, e tem como finalidade básica formatar o texto exibido e criar ligações entre páginas usando o conceito de hipertexto. Assim como em qualquer linguagem, […]

03 – A arquitetura do cliente-servidor

A tecnologia de um sistema cliente-servidor baseia-se em três partes distintas: o servidor, o cliente e o protocolo. Quando um cliente solicita uma informação a um servidor, ele utiliza o HyperText Transfer Protocol (HTTP). O servidor processa a requisição e usa HTTP para enviar a informação de volta para o cliente. O cliente interpreta a […]

02 – O padrão CD/ISIS

O primeiro antecedente deste programa, nasceu no final de 1960, com o desenvolvimento na Organização Internacional do Trabalho (OIT) de um conjunto de programas designado por ISIS (INTEGRATED SET OF INFORMATION SYSTEM), desenhado especialmente para computadores Mainframe. Paralelamente a UNESCO desenvolveu outro sistema de gestão documental que designou por CDS (COMPUTARIZED DOCUMENTATIO SYSTEM). Após a […]